secam as gotas tristes insistentes...
forçam a expor o que no momento não é natural, mas preciso para sobreviver aquela tempestade...
mesmo assim mal soube esconder o que desejara que fosse invisível e as perguntas começavam a aparecer...
como mostrar o que não possui? como transparecer paz quando esta em meio a trevas?
porque não me deixam pequena, afundando em meu mar? quando pedia incessantemente para me esquecerem naquele temporal que pertencia só a mim....
não me façam ser indelicada, não façam eu demonstrar alem do meu limite o que não é pra você.... não me deixe sentir que fui um monstro com você enquanto já não há mais força para relutar com o demônio enjaulado dentro de meu ser... fuja, corra, esqueça .... amanhã a tempestade cessará, o mar secará ...e quem sabe um tímido sol aparecerá?

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